quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Como salvar uma vida?
“Step one you say we need to talk
He walks you say sit down it's just a talk
He smiles politely back at you
You stare politely right on through
Some sort of window to your right
As he goes left and you stay right
Between the lines of fear and blame
You begin to wonder why you came
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
Let him know that you know best
Cause after all you do know best
Try to slip past his defense
Without granting innocence
Lay down a list of what is wrong
The things you've told him all along
And pray to God he hears you
And pray to God he hears you
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
As he begins to raise his voice
You lower yours and grant him one last choice
Drive until you lose the road
Or break with the ones you've followed
He will do one of two things
He will admit to everything
Or he'll say he's just not the same
And you'll begin to wonder why you came
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
How to save a life
How to save a life
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
How to save a life”
E como se pode salvar uma vida? Sinceramente, não faço ideia.
Oiço esta música vezes sem conta, porque me identifico com cada verso. O único problema é que não sei como salvar uma vida, não sei se o consigo fazer, não sei se tenho coragem para salvar uma vida, se consigo engolir o orgulho para salvar uma vida, se consigo, sequer, salvar uma vida.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Possibilidades
Como é possível? O que é possível? Dentro de todo o impossível? Nada é impossível, tudo pode acontecer, as lágrimas caiem sempre assim da mesma maneira, para baixo, é impossível caírem para cima porque assim estariam a subir, então algumas coisas são impossíveis. Sim, mais um texto sem sentido, com sentimento, com tudo aquilo que o mundo é, foi, irá ser. Pó, sim isso é o que mundo será o mundo será pó, as pessoas serão pó, vivemos para morrer, caminhamos para a morte todos os dias, fazemos mal a tudo todos os dias, destruímos o mundo todos os dias, e mesmo Assim vivemos a vida, as vezes sem ser à grande mas gostamos, queremos aproveitar, e quando chegar ao fim arrependemos, ou ficamos com pena, ou ficamos sozinhos.
Fazemos mal a nós próprios não fazendo o que temos mesmo de fazer, deixando o cérebro sobrecarregado em pensar, enquanto vemos o mundo a desfazer-se em frente é nossa própria cara, os nosso próprios olhos, vemos a destruição do nosso mundo a entrar por duas janelas das quais variam as core. Mas também fazemos aquilo que está cá dentro, um bocado mais a baixo que o pescoço, não usando a cabeça e magoamo-nos de qualquer das maneiras, ficamos mal de qualquer das maneiras, poderá ser em vão de qualquer das maneiras.
Agora pergunto-me, se essas duas maneiras poderão vir dar ao mesmo, e não há uma terceira opção, o que fazemos nós? Destruímo--nos?
Não, escolhemos uma das opções, seguimo-la e carregamos com as mágoas que vão chegando, tão simples como isso, andar, e andar, independentemente da escolha ser boa ou má, ter sido pensada ou ter sido intuitiva, virão coisas boas nessas escolhas e virão coisas más mas, temos que nos lembrar que a vida é realmente um mar de possibilidades e tem que haver sempre um momento bom se não, para que é que haveríamos nós de viver?
Nota: Perdão, substitui um outro texto por este. O outro era demasiado parecido com o último que tinha escrito.
E peço desculpa por não conseguir editar o texto.
Mary
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Acreditar em todas as mentiras, deixar passar todos os pecados, desculpar o que foi feito anteriormente, desculpar o que virá. É esta a nossa vida, a vida de humano, a vida de quem confia e tem que confiar, a vida em que, embora difícil de entender, confiamos uns nos outros, bem ou mal. Todavia, confiamos sempre, mesmo que seja o suicídio total ou parcial da alma, mesmo que seja algo muito mau, nunca acreditamos no pior, até mesmo quando o pior acontece, acreditamos no contrário disso porque não conseguimos acreditar.
É confuso? Pois, a mente das pessoas deste mundo é confusa e nada exacta, é o mundo em que vivemos, aquele que dá demasiadas voltas num só dia, e nós, nem sempre conseguimos apanhar todas as voltas dadas.
Nós, as pessoas, somos o pior dos animais! O mais malvado, o mais hipócrita, talvez esta bênção chamada inteligência tenha sido em vão, porque o homem utiliza-a para o mal (duvido que a natureza se quisesse estragar a si própria). Vêem? Nós somos BURROS. Nós, as pessoas, estragamos a natureza mesmo sendo natureza; somos maus e horrendos para os outros, porque é que não haveríamos de ser para a natureza?
Mas o pior é que nos enterramos porque queremos respirar. O pior é que nos queixamos mas não fazemos nada porque não conseguimos largar os vícios.
Porque, por vezes, parece que todo o esforço vale a pena. Parece que voltamos de novo ao inicio de todo o mundo, ao inicio do universo onde ainda nada foi feito e onde tudo cresce em qualquer espaço vazia…. Mas parece, apenas.
Mary
(Continuaremos a falar sobre os sete pecados mortais, este texto foi apenas algo fora dos mesmos, apesar de se poder aplicar de uma maneira ou de outra).
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Preguiça
Obviamente, não vou falar do mamífero desdentado do Brasil, mas sim de um dos sete pecados mortais, tal como já havia referido.
A preguiça pode não parecer um pecado tão mortal como o que é dito, mas na realidade, a preguiça faz de nós alguém que não tem iniciativa. E a iniciativa é algo bastante importante. Portanto, este suposto quarto pecado mortal, pode não ser pecado, contudo, mortal é-o de certeza. Pode não nos matar literalmente, mas mata-nos aos bocadinhos, tirando parte de nós quando não queremos fazer alguma coisa.
E então, agora, vou explicar porque o escolhi em primeiro lugar; porque, simplesmente, tenho preguiça de escrever muitas vezes, gosto de escrever, tenho ideias, mas tenho preguiça. Tal como tenho preguiça de fazer muitas outras coisas, a preguiça já me fez mal, já me fez trabalhar arduamente quando não era necessário. Esta preguiça está a impedir-me de estudar para os quatro testes que tenho para a semana, de passar a minha roupa a ferro, de arrumar a cozinha, e de dizer coisas que quero.
A preguiça é muitas vezes letal. Corrói-nos por dentro, interioriza uma ideia de indiferença em relação a muitas coisas. Podíamos tornar o mundo melhor se não fossemos tão preguiçosos.
Existe uma máxima (por sinal, uma das máximas da qual eu mais gosto) associada à preguiça: “Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, dita pelo Sr. Benjamin Franklin, o homem da electricidade. Realmente, se ele tivesse sido preguiçoso talvez eu não estivesse a escrever no meu computador agora.
São pequenas coisas que fazemos (ou que não fazemos) que são importantes, e a preguiça arruína tudo. A preguiça é realmente algo do qual nós não podemos fugir, porque somos humanos e, hoje em dia, faz parte da nossa existência sermos preguiçosos. O mundo pode acabar se continuarmos assim. A preguiça é realmente mortal. E até quando seremos preguiçosos?
domingo, 25 de novembro de 2007
Sete Pecados Mortais
Todos nós já ouvimos falar dos sete pecados mortais, mesmo que não sejamos religiosos. Todos conhecemos os principais: luxúria, inveja, gula... Porém, entre estes ainda existem a arrogância, ira, preguiça e avareza. Então, nós, Hermy e Mary, decidimos escrever sobre estes. Não por sermos religiosas, mas por estes sete pecados serem como pequenas armas para comportamentos destrutivos.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Pequena Casa
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Porto seguro
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Breakable
Breakable, breakable, breakable girls and boys”
Eu acho que esta música tem um significado para além do som e da letra. Este “slide show” é quebradiço. Frágil… Como queiram. Gosto da música, e não é o meu género de música, mas gostei tanto, que achei que merecia vir para aqui.
Aceitar a realidade...
Eu não sei se aceito ou não. Porque aceitares algo é como definires que será sempre assim, durante pouco ou muito tempo, às vezes, para sempre. Temos de aceitar dizer adeus, e apenas continuar a respirar. Respirar fundo, e aceitar. Como mergulhar numa piscina de água gelada.
Aceitar não é só dizer que sim, é mais do que isso. É como conformarmo-nos da realidade, e não termos recaídas. Ou aceitar algo que nem sequer queremos aceitar, porque não nos vai beneficiar.
Actualmente, não se dá o devido valor à aceitação. Toda a gente aceita coisas de bom ou grado. Mas se não aceitarmos ficamos presos ao passado, sem viver o presente, pensando no futuro. Temos de aceitar, quer queiramos ou não. Temos de aceitar que não vamos olhar, pensar, ficar, querer, estar, ser, conseguir, lutar outra vez.
Eu não quero aceitar, a maior parte das vezes, há coisas que aceito e que nem quero. Hoje, sei que vou ter de aceitar algo para o qual não me sinto preparada. Mas trata-se de conseguir. Deixar o passado, viver o presente, olhar para o futuro.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Parabéns Mary!
Parabéns, e adoro-te =)
Hermy