Preguiça, s. f. mandriice, indolência, mamífero desdentado do Brasil.
Obviamente, não vou falar do mamífero desdentado do Brasil, mas sim de um dos sete pecados mortais, tal como já havia referido.
A preguiça pode não parecer um pecado tão mortal como o que é dito, mas na realidade, a preguiça faz de nós alguém que não tem iniciativa. E a iniciativa é algo bastante importante. Portanto, este suposto quarto pecado mortal, pode não ser pecado, contudo, mortal é-o de certeza. Pode não nos matar literalmente, mas mata-nos aos bocadinhos, tirando parte de nós quando não queremos fazer alguma coisa.
E então, agora, vou explicar porque o escolhi em primeiro lugar; porque, simplesmente, tenho preguiça de escrever muitas vezes, gosto de escrever, tenho ideias, mas tenho preguiça. Tal como tenho preguiça de fazer muitas outras coisas, a preguiça já me fez mal, já me fez trabalhar arduamente quando não era necessário. Esta preguiça está a impedir-me de estudar para os quatro testes que tenho para a semana, de passar a minha roupa a ferro, de arrumar a cozinha, e de dizer coisas que quero.
A preguiça é muitas vezes letal. Corrói-nos por dentro, interioriza uma ideia de indiferença em relação a muitas coisas. Podíamos tornar o mundo melhor se não fossemos tão preguiçosos.
Existe uma máxima (por sinal, uma das máximas da qual eu mais gosto) associada à preguiça: “Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, dita pelo Sr. Benjamin Franklin, o homem da electricidade. Realmente, se ele tivesse sido preguiçoso talvez eu não estivesse a escrever no meu computador agora.
São pequenas coisas que fazemos (ou que não fazemos) que são importantes, e a preguiça arruína tudo. A preguiça é realmente algo do qual nós não podemos fugir, porque somos humanos e, hoje em dia, faz parte da nossa existência sermos preguiçosos. O mundo pode acabar se continuarmos assim. A preguiça é realmente mortal. E até quando seremos preguiçosos?
Obviamente, não vou falar do mamífero desdentado do Brasil, mas sim de um dos sete pecados mortais, tal como já havia referido.
A preguiça pode não parecer um pecado tão mortal como o que é dito, mas na realidade, a preguiça faz de nós alguém que não tem iniciativa. E a iniciativa é algo bastante importante. Portanto, este suposto quarto pecado mortal, pode não ser pecado, contudo, mortal é-o de certeza. Pode não nos matar literalmente, mas mata-nos aos bocadinhos, tirando parte de nós quando não queremos fazer alguma coisa.
E então, agora, vou explicar porque o escolhi em primeiro lugar; porque, simplesmente, tenho preguiça de escrever muitas vezes, gosto de escrever, tenho ideias, mas tenho preguiça. Tal como tenho preguiça de fazer muitas outras coisas, a preguiça já me fez mal, já me fez trabalhar arduamente quando não era necessário. Esta preguiça está a impedir-me de estudar para os quatro testes que tenho para a semana, de passar a minha roupa a ferro, de arrumar a cozinha, e de dizer coisas que quero.
A preguiça é muitas vezes letal. Corrói-nos por dentro, interioriza uma ideia de indiferença em relação a muitas coisas. Podíamos tornar o mundo melhor se não fossemos tão preguiçosos.
Existe uma máxima (por sinal, uma das máximas da qual eu mais gosto) associada à preguiça: “Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, dita pelo Sr. Benjamin Franklin, o homem da electricidade. Realmente, se ele tivesse sido preguiçoso talvez eu não estivesse a escrever no meu computador agora.
São pequenas coisas que fazemos (ou que não fazemos) que são importantes, e a preguiça arruína tudo. A preguiça é realmente algo do qual nós não podemos fugir, porque somos humanos e, hoje em dia, faz parte da nossa existência sermos preguiçosos. O mundo pode acabar se continuarmos assim. A preguiça é realmente mortal. E até quando seremos preguiçosos?