quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Pequenos/Grandes actos

Podemos fazer tudo por um amigo, podemos conseguir estar lá sempre que ele precisa nas piores horas nos piores momentos.
Mas será que eles conseguem ver isso?
Não muitos deles simplesmente “deitam fora” todos os momentos em que alguém os ajudou, em que alguém os ouviu com toda a paciência do mundo e preocupação, todos esses momentos, actos, em vão porque por vezes não ligamos ao que nos dizem.
As pessoas são assim, acho que nunca me vou habituar bem a este mundo, acho que me chegam as pessoas em quem confio agora, as pessoas que gosto agora, mas não consigo deixar de pensar naqueles de quem eu pensava a mesma coisa.
Mas um dia, vamos embora para sempre e aí sim damos valor ás coisas, quando já não há nada a fazer, como se fosse por pena.
Podemos fazer coisas no passado por causa de uma amizade e esses actos nunca serão valorizados, que talvez nem percebam o significado disso.
Em quem podemos confiar?
Em quem não podemos?
Ninguém.
Mais tarde ou mais cedo essa pessoa em quem confiamos vai-nos desiludir, deixar, agora preparo-me para tudo o que possa vir, já nada me abala nada pode abalar., e já antes era assim mas há coisas que nunca esperamos das pessoas que gostamos.
That’s the world darling.
Gastos aqueles momentos esquecidos no tempo…que no fim são preciosos, mas esquecidos, por isso perdem o seu valor e nós, ingratos, dizemos coisas, escrevemos coisas, fazemos coisas injustas.
Mas obrigada a todos os que me ajudaram, estou-vos grata e essas pequenas coisas vão ficar sempre comigo.


Mary

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Basta olhar para trás...

Quando temos a certeza de que estamos totalmente acabados, de que tudo e todos estão contra nós, basta olhar para trás. Pensar que há lá alguém para olhar para nós, para nos acalmar, para nos perceber. Há lá sempre alguém pronto para te abraçar quando precisas, para te acalmar quando estás nervoso, para te ajudar quando pensas que nem sequer precisas de ajuda. E podes nem sequer reparar nesse alguém, é como se não estivesse lá, porque aquele apoio já é tão garantido que nem sequer procuras por ele. Ele faz e desfaz, e tu não percebes porquê. Esse alguém vai querer ajudar-te pela mais pequena coisa. Podes pensar que afastaste tudo e todos, ninguém vai querer ajudar-te nunca mais. Portanto, se for esse o caso, não te preocupes. Vai lá haver alguém. Basta olhar para trás.

Hermy

Nota: Vou ausentar-me por umas semanas, quando voltar, provavelmente, devo ter muitos textos para vos mostrar.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Sociedade de consumo

Olá, eu sou a sociedade de consumo e estou aqui para explicar-vos brevemente como funciono.“Uma sociedade de consumo é uma sociedade que pratica o consumismo, ou seja, que incentiva a aquisição contínua de bens e serviços efémeros como forma de sustentar a produção e o crescimento económico.” In wikipédia.
Mas na realidade, isto é uma grande seca e eu vou explicar-vos de uma maneira mais simples o que eu sou. Pois bem, um exemplo muito comum: eu sou aquela que obriga a que toda a gente tenha telemóvel quando não precisa dele na realidade. Se perguntarem a alguém se poderia viver sem o seu telemóvel, esse alguém responder-vos-á “Claro que não, eu não me imaginava sem o meu telemóvel.” Provavelmente, algumas pessoas não dirão isto, porque conseguiriam imaginar-se perfeitamente sem o seu telefone portátil, com o qual podem contactar pessoas do outro lado do mundo. Acontece que eu obrigo a que toda a gente tenha telemóvel. Já estou descontrolada. Desde que a fúria dos telemóveis chegou, que eu obrigo toda a gente a adquirir um, mais ou menos potente. O telemóvel quase que marca o teu status social, se tiveres um bom telemóvel tens “poder”. Toda a gente quererá ver o teu telemóvel. Portanto agradece-me, porque eu faço com que isso acontece. A minha amiga publicidade também ajuda as pessoas a adquirirem produtos que não precisam e que me fazem sobreviver. Portanto, eu devo à publicidade a minha vida (e também ao Sr. Consumismo e ao Dr. Capitalismo). Graças a mim, as pessoas adquirem bens e serviços dos quais não necessitam e eu vou aumentando o meu poder. Acontece que grande parte do mundo está sob a minha influência. O que para mim é óptimo. Só lamento que alguns economistas me achem uma total ameaça ao mundo tal como vemos. Sinceramente.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Direito a estar errado

Tens direito a estar errado. Mesmo quando pensas que cometeste o pior erro da tua vida. Tens sempre direito a estar errado. Quando magoas alguém, quando te magoas a ti próprio, quando tentas ajudar alguém, quando não queres ser ajudado. Tens esse direito. Não te preocupes se estiveres errado. Porque errar é humano, e é com os erros que aprendemos. Se não errássemos, não éramos humanos, e errar é uma característica da nossa raça. Podemos errar pelas mais pequenas coisas, ou nas maiores. Podemos errar a resposta, o sentimento, a opinião, a decisão, o plano, mas no final, nunca mais o faremos novamente, porque aprendemos que não devíamos errar. E é para isso que temos direito a estar errado, para da próxima vez fazermos tudo completamente diferente, cometer mais erros, e não os voltar a cometer. Não há ninguém que nunca tenha cometido um erro na vida. É tão simples como água, realmente, devia-se dizer é tão simples como hidrogénio. As pessoas erram, são criticadas negativamente por outras que poderão cometer o mesmo erro. Por vezes, são criticadas positivamente, outras pessoas demonstram-lhes como podem fazer da próxima vez. Na realidade, todos erramos, porque se não houvessem erros, havia paz mundial, felicidade e doces, já para não falar de monotonia. Se erram, tiveram esse direito. Errar é humano. Ultrapassa-se. Tens direito a estar errado, se nunca estiveste, diz-me: de que galáxia vieste? Pois, Via Láctea, Sistema Solar, Terra. És humano. Tens direito a estar errado.
Hermy

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Somos tão grandes, não somos?

Somos tão adultos. Saímos à noite, fumamos umas passas. Trocamos de namorado a cada semana. Chantageamos os nossos pais para comprarmos roupa na Bershka igual à de toda a gente. Não sabemos o que queremos, apenas queremos viver o presente. Vamos ao HK à noite, e como temos 15 anos, gritamos isso a meio mundo, ou simplesmente metemos no nick do MSN, juntamente com os muitos “amo-tes” para os nossos namorado e para as nossas recém-amiguinhas; de certeza que aquelas 200 pessoas cujos endereços temos na nossa lista de contactos vão saber que vamos na sexta ao HK, apesar de termos 15 anos e só podermos lá entrar com 18. E ainda mais giro é quando falamos com uma amiga e dizemos “Entrei no HK, sabias?”. Para nosso espanto, ela diz-nos “Fui requisitar um livro muito giro à biblioteca, sabias?”. Requisitar livros? O que é isso?! Não admira que toda a gente a chame de maluca. Não interessa. O que interessa, é que nós passamos de ano, e os nossos pais nos deram um telemóvel novo. Ainda bem que a “stôra” de inglês nos deu o 3, porque com a “nega” de física e química e de matemática chumbávamos logo. Escolhemos Ciências e Tecnologias, porque a psicóloga da escola disse que era o que tinha mais saída. Já contámos que fomos ver ontem um filme? Os nossos pais deram-nos dinheiro, então estivemos o dia todo no centro comercial, em lojas de acessórios a comprar brincos, colares, malas e afins. Quando fizemos anos, almoçamos no centro comercial, vimos um filme e à noite fomos para a discoteca, apanhamos uma bebedeira porque bebemos vodka e absinto. Vimos para casa, e ficamos de castigo! Não nos deixam sair no dia seguinte! Acham normal? Temos direitos! E mais, a nossa mãe chama-nos para ajudar a arrumar a cozinha. Que nojo! Meter pratos na máquina de lavar a loiça. Ah, já mencionamos que os nossos pais só carregam o telemóvel duas vezes por mês? Oh vá lá, há tantos assuntos importantes a tratar. Eles não compreendem! Ah, desculpem, os nossos namorados mandaram-nos uma mensagem, querem ir dar uma volta. Temos de ir, além disso amanhã vamos ao cinema à tarde com eles… Bolas, esquecemo-nos dos nossos irmãos. As nossas mães queriam que nós ficássemos com eles! Que chatice. Não faz mal, ficam na casa da vizinha. Ah, desculpem-nos, nem nos apresentamos. Somos as típicas adolescentes. Somos tão grandes, não somos?

Hermy

Insegurança

Insegurança, s. f. falta de segurança, de firmeza.

Será que é apenas falta de segurança e/ou firmeza? Não creio. A insegurança expande-se por outros campos, outros campos mais letais. Muitas vezes, não fazemos certas coisas porque estamos inseguros. Temos medo de falhar, medo de sermos rejeitados, ou medo da dor. Estamos inseguros, e até prova em contrário, nada nos faz ficar mais seguros, ser mais firmes. Por vezes, a insegurança leva-nos a fazer coisas que não queremos fazer. Escondemo-nos, e vivemos no nosso mundo, esperando que outra pessoa faça as coisas por nós porque, lá está, temos medo. Este medo é a coisa mais compreensível deste mundo. Podemos ter medo, e não estarmos inseguros. Mas não podemos estar inseguros e não termos medo. Atrás da insegurança, o medo aparece sempre como uma sombra. A insegurança pode levar a melhor de nós. Mas será que queremos que essa insegurança nos vença? Não, claro que não. Ninguém quer. Portanto, há sempre pessoas que vencem a insegurança e dão o passo que esperavam. Há sempre outras, que não se podem considerar mais fracas, que nem sequer aceitam o passo que têm de dar. E há aquelas que dão o passo, mas dizem que foi um erro, se as coisas não correrem bem. Errar é humano, e temos de aprender com os nossos erros. Mas há sempre aquelas pessoas que não aprendem com os erros. Aquelas que são demasiado boas para admitir que erraram. A insegurança trás sempre o medo e o erro. Podemos errar se não estivermos seguros, ou erramos porque deixámos a insegurança levar a melhor, porque tivemos medo. Mas algumas vezes, não muito frequentemente, vencemos a insegurança, não temos medo e não erramos. As pessoas que o fazem chamam-se vencedoras, há quem sempre diga que são os insensíveis. Mas a dor de cotovelo sempre foi muito má. Todos temos medo, todos erramos, por conseguinte, todos somos inseguros.

Hermy

Vou contar-te um segredo...

“Vou contar-te um segredo. Não contes a ninguém! Prometes?” Oh, toda a gente já disse isto uma vez na vida. A verdade é que por mais secreto que seja um segredo poderá vir a ser de conhecimento geral um dia, mais cedo ou mais tarde. Algo que não é muito saudável é manter um segredo fechado dentro de uma gaveta cuja chave perdida nas entranhas das nossas memórias não voltará a ser encontrada. Há segredos bem escondidos, há segredos bem visíveis, há segredos que nem são segredos, pois mesmo antes de serem segredos já haviam sido conhecidos, há segredos que nunca serão desvendados, e ainda, há segredos que estão tão esquecidos que deixaram de ser segredos. Há aquele segredo inocente de primária, há o segredo do saber, há o segredo do amigo, há o segredo do prazer, há o segredo do Universo, e há o segredo da Natureza. Há segredos pequenos, há segredos grandes, segredos que são infinitos. O segredo da poesia, o segredo da pintura, e, finalmente, há o segredo dos Deuses, onde todos os segredos se encontram, pois cada segredo é guardado dentro da memória do Deus do emissor. Eu, como já devem ter calculado, guardo os segredos na gaveta. É um modo muito mais simples, não?
Hermy

Homossexualidade

Tradução:

«Como rapazes, descobriram o significado da amizade, como homens eles descobrirão algo ainda mais… mágico.

“Eu estava a pensar se querias ir ao baile comigo?” (Harry) “Onde?!” (Ron).

O Harry Potter vai aprender como o amor pode desconcertar um feiticeiro.

“Olha, eu não sei o que se passou hoje à noite, e não sei porquê, apenas aconteceu.” (Harry)

Raiva: “Eu quero lá saber do que o teu pai pensa.” (Harry)

Ciúmes: “Estás a confraternizar com o inimigo.” (Ron) “Não, não, não estive.” (Harry)

Coreografia Fabulosa

Harry Potter e o Cálice de Fogo: esta coisa está a dar, não pergunte, não cheire.»

Uma tradução feita à pressão. Então o tema que hoje vos trago é este mesmo… Não, não, não é Harry Potter, mas sim a homossexualidade. Este vídeo relata-a duma forma bastante engraçada, pelo menos para mim, que sou uma grande fã de Harry Potter. Então, eu ri-me imenso quando vi este vídeo pela primeira vez, e após vê-lo imensas vezes, percebi finalmente que goza com um tema, que é o tema “Homossexualidade” – ah e devo acrescentar que o Harry não é gay.

Uma palavra bastante usual hoje em dia: gay. Gay é palavra inglesa: “adj. Homossexual; alegre; vistoso (cor); vivo (música).” In Dicionário Universal. Qual é a melhor ofensa que podem chamar a um adolescente: gay. Qual é a maneira de conseguir calar um rapaz: chamando-lhe gay. Eu própria para tentar calar alguns dos meus colegas ou amigos chamo-lhes gays. Mas porquê o preconceito? Eu digo já que também sou um pouco preconceituosa no que toca à homossexualidade, por mais que tente, ainda não consegui perceber bem o porquê das pessoas desafiarem as leis da natureza e se apaixonarem por pessoas do mesmo sexo. Mas é uma coisa normal, se bem visto. De facto, sendo cada vez menos um assunto tabu, é aceite pela sociedade em geral. É um pouco estranho ver dois homens “à marmelada”, porém vidas são vidas, e só é preciso respeitar, eu também gosto que respeitem as minhas opiniões e escolhas. Estive a focar-me na homossexualidade masculina, mas também sei que há bastantes casos do sexo feminino, porém o sexo masculino é o mais falado. Porquê? Porque os homens têm ser viris e machistas? Ou porque vivemos numa sociedade em que os homens e mulheres ainda não são iguais? Para mim acho que são duas das razões que leva a homossexualidade masculina ser mais falada. Outro enorme preconceito é: “Tem SIDA? É homossexual.” Não é bem assim, existem grupos de risco sim, mas nem todas as pessoas que têm SIDA são homossexuais. Vamos passar pela opinião da igreja católica, que para esta, está errado. Não está bem errado, é estranho, mas não é errado. Todos os seres humanos têm direito à escolha da sua sexualidade, e isso passa pela escolha entre homens e mulheres, ou por ambos. Outro tema falado é o mundo da moda: homens + moda = homossexualidade. Conta errada, correcção: homens + moda = gostos diferentes. Não são só as mulheres que podem ser excelentes estilistas, os homens também podem-no ser, e amarem mulheres, qual seria o problema? E se amarem homens? Qual é o problema? A verdade é que fazem (ou dão ideias) para muitas das roupas que vestimos no dia-a-dia. Há uma série de actividades também que fazem dos homens gays, ou das mulheres lésbicas. Eu acho isso uma estupidez: um homem que gosta de cortar cabelos e fazer penteados lindíssimos pode não ser gay, é um preconceito pelo qual têm de lutar. Apesar de me fazer um pouco de confusão, eu apoio os homossexuais. São pessoas iguais a mim e a ti que estás a ler isto, são seres humanos que têm gostos, e se esses gostos passam por amar pessoas do mesmo sexo, têm que ser respeitados. Nota: quando me referi ao termo “amar” queria dizer o “amar” de relacionamento amoroso, e não de relacionamento familiar ou outro.

Hermy

Qual é o ponto?

What’s the point? Traduzido à letra: qual o ponto? Qual o ponto de fingir que não se sabe? Oh, quem faz isso mesmo? Pode-se fingir que não se sabe de algo, para não nos incriminarmos. Pode-se fingir que não se sabe para não incriminar aqueles que amamos. Pode-se fingir que não se sabe a resposta para um colega acertar. Pode-se fingir que não se sabe de alguém, quando se sabe perfeitamente onde está. Porém, há certas coisas que não se poderiam fingir. Ora fingir esquecermo-nos de algo? É tão estúpido. Qual o ponto de fingir que não se sente? É mentira, e toda a gente percebe isso, ou talvez não. É tão bom pensar que ninguém sabe nada de nada, quando na realidade sabem. Qual é o ponto de não falar? Um não está sempre garantido, e se for um sim. Há sempre os demasiado covardes para não aguentarem um não. Qual é o ponto de dizer que não, quando toda a gente sabe que é um sim? Se fosse por aí, nunca diríamos nada, não é verdade? Agora se dissermos realmente alguma coisa? Será que é levado a sério? Sim, porque estou a escrever isto, não é? Não faz qualquer sentido. Acreditem, há um sentido para cada letra que se escreve. Oh, e isto tudo só para dizer que sou um bocadinho parva ao ponto de “esquecer-me”.

Hermy

Dia após dia...

Hoje, o meu tema será um tema pacato, nada de aquecimento global, ou da fome em África. Um tema um pouco hipócrita, diria até.Todos os dias, aliás, todos os dias que podem ser denominados escolares, são o martírio para todos os estudantes. Para mim também. Não, não estou a falar do professor de história que está sempre a repetir a mesma coisa, ou da professora de Ciências que insiste em ser “fixe” ao ensinar Educação Sexual. Estou a falar, sim, daquele objecto irritante que nos acorda todas as manhãs, dia após dia. Chama-se despertador, ou como eu às vezes chamo o meu, Draco. Um facto interessante (ou não) é que eu dou nome a tudo. Aquele barulho irritante “Bip bip bip bip bip bip bip bip bip …” é o barulho que mais me incomoda. Por vezes, estou a sonhar que o Daniel Radcliffe está ao meu lado, ou que o Bush está morto, ou como muitas vezes acontece, com qualquer coisa relacionada com Harry Potter, e aquele malvado acorda-me. Odeio-o com todas as minhas forças. Por acaso, já não tenho um bip bip bip, tenho um que liga com rádio FM e tudo mais, e acordo ao som da RFM… E quando estão a dar aquelas músicas que eu não gosto? E quando dá aquela música que eu adoro e fico na cama mais três minutos, só para ouvi-la. Despertadores… Não gosto deles. Sobretudo, porque adoro deitar-me tarde, e acordar tarde também. Dia após dia, aquele som irritante acorda-me para, por vezes, dias bons, e outras vezes, dias maus. É horrível.

Hermy

Hermy

A Hermy é a pessoa mais inteligente que conheci até hoje, quando digo inteligente é em tudo. Sabe como deve pensar, no que deve pensar, no que vai fazer, e no que não deve fazer, e claro é uma know-it-all (sim, ela é a Hermy por alguma razão, ignorantes!); e não é mau ser-se um know-it-all, se calhar pensam isso porque nunca conheceram um de jeito, e eu orgulho-me de ser o amuleto da sorte dela. Faz-me sempre rir, ok muitas das vezes, algumas dessas vezes quem precisa de rir é ela, e fala pelos cotovelos =D mas eu sou pior, ah e uma coisa que notei logo no inicio, fala muito depressa, uma coisa que eu também faço, de vez em quando.
Algumas pessoas podem perceber mal a Hermy porque ela diz aquilo que quer dizer. Às vezes pode parecer anti-social, mas ela é daquelas raparigas que já é raro ver passar pela terra e pisar este chão, uma rapariga que gosta de ler, hábito que está a morrer, uma rapariga que sabe ver que o mundo não está bem. A Hermy tem a cabeça no lugar, sempre! (Vá, muitas das vezes) E diz as coisas certas, ajuda-me muitas vezes dizendo só algumas palavras mesmo não sabendo que as simples palavras me iam ajudar.
A coisa que eu mais quero é vê-la feliz com um Ron que a faça feliz; feliz como ela merece ser, desde que depois ainda tenha tempo para me “matar” de rir em frente de um ecrã. E tenho a agradecer-lhe a paciência que tem muitas vezes para mim.
Ravenclaw de gema por tudo!
Não disse tudo, oh vá lá, ia ficar aqui décadas, espero que a Hermy seja feliz, porque eu gosto é de a ver feliz, mesmo que muitas vezes isso não seja possível, mas nessas vezes eu vou estar aqui =D
Mary

Mary MK

Eu (Hermy) e a Mary combinamos descrevermo-nos uma à outra, portanto, eis a minha descrição dela.

A Mary (MK) é, numa palavra, fantástica. Querida, está lá quando é precisa. Simpática, cómica, engraçada, subtil, um pouco maluca (no bom sentido) e com um sentido de humor muito apurado. Tem algumas coisas a melhorar, como a sua auto estima, seria fundamental ela melhorar esse ponto. Pensa como uma adolescente deve pensar, é convicta e corajosa. Apesar de não o saber totalmente bem, é muito inteligente, e pequenas coisas que faz demonstram grande sabedoria. É como uma amiga imaginária quando estou triste, tirando o facto de que é bem real. Ela está lá para dizer que o Dobby rocks our socks. É o meu amuleto da sorte, portanto, ai de quem mo parta, porque eu preciso dele. Muito, mesmo. Verão que ela além de engraçada, tem ideias que não cabem na cabeça de ninguém. E ela é realmente uma versão quase perfeita da Hermione. Deixo-vos com a Mary, MK, Mariana (coisa que não lhe gosto de chamar, é um nome demasiado banal para o que ela é). Obrigada, e força.

Hermy